Asas

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Ganhar asas e... escrever!

Com leve pena, desenhar

É uma pena não poder

Por uns instantes voar

 

Ganhar asas e... não perder

Capacidade de reinventar

Toda a imensidão do ser

Que um dia pôde sonhar

 

E assim finge voando

Tudo aquilo que não será

Enquanto gasta escrevendo

 

O que nunca voará

Resta o que fôr sonhando

Mas que jamais escreverá.

publicado por poetazarolho às 20:59 | link do post