Chovem pérolas

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“E são muitas, essas vozes”

Que atingem às vezes o céu

E o céu atira-lhes nozes

Mas o burro não sou eu

 

São talvez os algozes

Porque o burro já morreu

Os porcos correm velozes

Não sei bem o que lhes deu

 

Talvez sejam mais iguais

Com as pérolas enfeitados

Que muita da porcaria

 

Talvez nem sejam animais

Pois porcos engalanados

Sempre enganam a maioria.

publicado por poetazarolho às 19:31 | link do post | comentar