Consciências

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Uma ou duas não eram

As vozes na consciência

Nem nos becos da demência

Onde ideias proliferam

 

Onde as regras não imperam

Mas as regras da vivência

Superam insuficiência

Daquilo que não viveram

 

Em frestas de subsistência

Aqueles que dizem não

A um mundo colorido

 

Produto da subserviência

A promessas de construcção

Que negam o prometido.

 

publicado por poetazarolho às 19:47 | link do post