Convergir

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Olhando arestas de tectos...

Sem tectos no horizonte

Mesmo sem ângulos rectos

Qu'a sede não amedronte

 

Quem no meio de projectos

Bebeu a água da fonte

Da nascente dos afectos

E que um dia se confronte

 

Com a sã necessidade

Da origem procurar

Para expulsar o vazio

 

De viver anos a fio

Sempre sempre a caminhar

Sem alcançar a verdade.

publicado por poetazarolho às 22:55 | link do post