Cume da gargalhada

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Se tens a alma a sorrir

Podes atingir a perfeição

Mas não consegues sentir

Se à alma não deres a mão

 

Mas para a alma se abrir

Não lhe podes dizer não

Tens tão só que abstrair

Daquela mesquinha razão

 

Que te obriga a subtrair

Às voltas do coração

Essa qu’está a impedir

 

Como o cume do vulcão

A tua alma de expelir

Gargalhadas em profusão.

publicado por poetazarolho às 01:51 | link do post