Disperso

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A realidade nefasta

Que destroi a realidade

Do meu ser se afasta

Por não ver nela verdade

 

Transporto minha canasta

Sem um pingo de vaidade

Tem tudo quanto me basta

Sem marca de ansiedade

 

Realidades aos pedaços

Servidas em tod’o preceito

Com estilhaços de vidas

 

Não as acolho em meus braços

Não lhes encontro muito jeito

Não são as minhas preferidas.

publicado por poetazarolho às 07:45 | link do post | comentar