Enquanto

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Enquanto o mundo destrói a verdade

Nas mãos do homem que não sente

Não sente o pulsar com intensidade

Dos que são arrastados na torrente

 

Por mil e uma formas de publicidade

Que lhes arrasam o corpo e a mente

Servindo novo espectro da felicidade

Salpicada num tom negro e ardente

 

Será prenúncio de uma nova idade

Das trevas silenciosa revolução

Que sem nos dar conta cavamos

 

Ou será um pedaço da realidade

Parte integrante da nossa condição

Que por não entender rejeitamos.

publicado por poetazarolho às 00:08 | link do post