Epílogo letal

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Procuro com insistência

Na calma e serenidade

A minha não existência

Qu’esvazia a ansiedadde

 

Digo não a uma violência

Que faz juz à gratuitidade

Parto assim com veemência

P’ra golpes de liberdade

 

Velozes como a gaivota

Que esteve pr’acontecer

Num conto assaz real

 

Ajo sempre sem batota

E ninguém pode antever

Desfecho do golpe letal.

 

publicado por poetazarolho às 03:28 | link do post | comentar