Firmamentos

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“Os restos que ninguém quis…”

Fizeram a sopa de tantos

Mas isso a consciência não diz

E quem cala esses prantos?

 

Uma caldeirada de perdiz

Condiz bem noutros mantos

Diamantes moldam perfis

Atmosferas plenas d’encantos

 

Arrasta o teu parco viver

Vai calcorreando a viela

Descrita no teu passaporte

 

És um activo a defender

Tens cartão e tens gamela

Tens o firmamento, que sorte.

publicado por poetazarolho às 10:36 | link do post | comentar