Imaginação II

 

Eternamente não existe

Nem sequer a eternidade

Como infinitamente triste

É triste sem ser infinidade

 

Mas aquilo que afirmo

Pode o seu contrário ser

A eternidade confirmo

E o finito deixa de se ver

 

É finita a compreensão

Imaginação pl’o contrário

Pode a eternidade imaginar

 

Deixemos que a imaginação

Construa o nosso imaginário

Onde nada se possa castrar.

publicado por poetazarolho às 20:58 | link do post | comentar