Indivisíveis

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Únicos e indivisíveis

Ou outra coisa qualquer

Palermas imprevisíveis

Com a estupidez que houver

 

Génios, piratas e loucos

Tiranos, egocêntricos e afins

Assassinos são uns poucos

Altruísmo há nos confins

 

Mas a esperança resiste

A maus tratos infindáveis

Lançando raios de amor

 

E o caos nunca desiste

De rearranjar variáveis

Com reconhecido fulgor.

publicado por poetazarolho às 07:18 | link do post | comentar