Infinitos

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“Nem no peixe pára a escama...”

Pobre peixe tão escamado

Maltratado e não reclama

Sem escama todo molhado

 

Quem lhe tece essa trama

Escapa sem ser tramado

De cetim é a sua cama

O outro dorme aninhado

 

Dicotomia das existências

Sempre em linhas paralelas

Mal escutam este grito

 

Fala-se em coincidências

Mas não acredito nelas

Nem que seja no infinito.

publicado por poetazarolho às 18:57 | link do post | comentar