Lusitanos

Lusitanos.jpg

“À espera que a coisa abrande…”

Já me tinha apercebido

Que por suposto vai grande

Este desgarrar sustenido

 

Mas se a nota se expande

Acima do que lhe é pedido

Põe a plateia em debande

Porque se quebra o vidro

 

Não que não saiba cantar

Mas antes se entusiasmou

Muito além da Taprobana

 

E assim pôs-se a dobrar

O que nunca ninguém dobrou

Toda a treta lusitana.

publicado por poetazarolho às 17:10 | link do post | comentar