Mil razões

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Mil razões para matar

Nesta vida pequenina

Nenhuma para amar

Por isso a carnificina

 

Desde tempos ancestrais

Tem sido a nossa sina

Por mais que haja natais

Não podem ser matéria prima

 

Pr’alimentar a vingança

De almas despudoradas

Numa acção quase frenética

 

Construiremos a esperança

Com almas inconformadas

Dando uma lição de ética.

publicado por poetazarolho às 00:41 | link do post