Navios e revoluções

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Gabriel, donde surgiu ?

O navio ? Ninguém sabe !

Mas dissera quem o viu

Mais parecia uma nave

 

Com suas velas ao vento

Surgira da fina espuma

Foi a força do momento

Que no-lo ofereceu em suma

 

E é da força do artista

Que nasce a revolução

Ontem, hoje ou agora

 

Pois mesmo qu’ele desista

A ideia em contramão

Verá chegar sua hora.

publicado por poetazarolho às 23:31 | link do post | comentar