Normalidade

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A bem da normalidade

Quero que sejas normal

Pois julga-te a sociedade

E o seu julgamento é fatal

 

Seremos assim normais

Por essa redutora bitola

Mas assim somos demais

Por sermos tão bons da tola

 

Maluquinhos indefesos

Paranóicos e anarquistas

Pelas ideias são presos

 

Presos foram os artistas

Que os normais são coesos

Não permitem outras vistas.

publicado por poetazarolho às 21:16 | link do post | comentar