O resgate

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Resgatado numa viela

Quando já nada pedia

Tinha por luz uma estrela

Mais a água que bebia

 

O mundo estava à janela

Rodopiante e não me via

Mas que manhã era aquela

Em que a janela se abria

 

Em que o mundo extravasou

Raios fecundos em profusão

Que inundaram a cidade

 

E o ser perdido gritou

Num instante de explosão

Sê bem-vinda ó felicidade.

publicado por poetazarolho às 21:27 | link do post