ONUses e obuses

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Quanta cinza, quanta chama

No horizonte devastado

Não s’escuta quem clama

Com o coração destroçado

 

Mas da assembleia emana

Um parecer recatado

Não de forma leviana

As nações mandam recado

 

Mas lá cai muito obus

Dia a dia é morteirada

Pequeno-almoço dos tristes

 

Que o conforto reduz

Mas aqui não se ouve nada

E tu nada sequer vistes.

publicado por poetazarolho às 06:45 | link do post