Perfeita loucura

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Morro o que eu m’apetece

Duma saudade constante

No viver que não esquece

A vida em cada instante

 

Mas não morro de saudade

Pois é de saudade que vivo

Em busca de musicalidade

E num tom contemplativo

 

Contemplo o que aqui vai

Mas não sente o coração

O pulsar da partitura

 

E assim a pauta se esvai

Toda em desconstrucção

Numa perfeita loucura.

publicado por poetazarolho às 23:56 | link do post