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É na própria sociedade

Que reside tod’a loucura

Ocultando a sanidade

É o louco que perdura

 

E o que dizer da maldade

Que p’ra tod’o sempre dura

Subornando a verdade

Tornando a mentira pura

 

Sendo então o cidadão

O detentor por direito

Do produto da sua acção

 

Devia rejeitar o defeito

Mesmo feito por sua mão

Que o não deixa satisfeito.

publicado por poetazarolho às 00:08 | link do post