Quanto

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Quanto vaga seja a vaga

Quanto de luz te ilumine

Quanto de sal ela traga

Quando a vaga se define

 

Quando a escuridão afaga

Quando o saber se suprime

Quando se começa a saga

Quanto do povo deprime

 

Vamos, vimos e ficamos

Entre artes de marear

Sabendo que a noite cai

 

Entre áis nos revelamos

E quando a sorte chegar

Quanto de nós já lá vai.

publicado por poetazarolho às 18:10 | link do post