Quase nada

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O teatro da minha vida

Não se liga a milhões

Mas de forma decidida

Vou contando os tostões

 

A austeridade conhecida

Pauta todas as decisões

Duma vida desprendida

Mas sem grandes aflições

 

O circo vamos vivendo

Palhaços na vida real

Soltando a gargalhada

 

Neste palco eu entendo

Que muito pouco é normal

E que quase tudo é nada.

publicado por poetazarolho às 22:24 | link do post