Raio de luz

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Nunca morre o amor

Por morrer um’andorinha

Apenas nasce um flor

Quando a hora s’avizinha

 

Sendo momentos de dor

São trilhos de quem caminha

Como seria de supor

Já que a natureza sozinha

 

Tudo acaba por compor

Ignorando a multidão

E nem a lei a seduz

 

Pois tem sempre ao dispor

Desde o poder do tufão

Ao brilhante raio de luz.

publicado por poetazarolho às 23:44 | link do post | comentar