Rastejantes

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“Mas... se pudesse estaria!”

Vou bebendo uma cerveja

Vou chorando de alegria

Que a malta assim deseja

 

E a rir vou passando o dia

Pra que a mágoa não se veja,

Era assim que se escondia

O que da mágoa sobeja…

 

Por fim nada sobejou

Destes dias alucinantes

Pois a festa terminou

 

Voltou ao que era dantes

O universo relampejou…

Voltámos a ser rastejantes.

publicado por poetazarolho às 09:31 | link do post | comentar