Túneis da mente

 

São os túneis da mente

Janelas para o universo

A perspectiva diferente

Deste infinito disperso

 

Onde habita indiferente

Todo o mal e o seu inverso

Assumindo rosto de gente

Pois na gente está impresso

 

Corre na veias a pulsar

Esse impulso natural

Que não mais terá fim

 

Nem há forma de o mudar

Pois p’ró bem e p’ró mal

Nós fomos feitos assim.

publicado por poetazarolho às 20:27 | link do post | comentar