Turbilhão

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Humanidade arrastada

E do turbilhão à mercê

Logo agora que tudo vê

Logo agora não sabe nada

 

Quando tudo já se prevê

É com tudo confrontada

Logo agora está atolada

Nela própria não se revê

 

Vê-se assim despedaçada

Com sua voz embargada

Já sem pingo de paixão

 

Quando da nova alvorada

Poderia sair reforçada

É que a deitaram ao chão.

publicado por poetazarolho às 21:59 | link do post | comentar